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DOM SALVADOR

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Dom Salvador e os "60 ANOS de SAMBA JAZZ"

Dom Salvador é sinônimo de dois importantes momentos para a música de alma “negra” no Brasil: o nascimento do “Samba Jazz” e da  nossa “Black Music”.

Fundador do Rio 65 Trio, em 1965, junto com Edison Machado e Sergio Barrozo, Dom Salvador revolucionou o que era chamado de  “Bossa Instrumental” com seus arranjos e atitude jazzística, tanto que esse nome não “pegou” e o estilo passou a ser conhecido por Samba Jazz.

Em 1969, Dom lançou um disco solo, que foi o início de um novo segmento da sua música, com influências do Funk e da Soul Music, depois de ouvir os LPS trazidos pelo seu produtor Helcio Milito, que tinha viajado para os EUA e visto o movimento dos artistas negros, como James Brown e o sucesso de bandas como Kool and Gang.

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No Brasil, Dom tocou com Elis Regina, Pixinguinha, Jorge Benjor, Elza Soares, Roberto Carlos e muitos outros.

Nos EUA, trabalhou como diretor musical de Harry Belafonte e há 38 anos toca no renomado The River Café, entre outros trabalhos que faz em teatros e outros grandes palcos do mundo.

Dom Salvador e a Banda Abolição 

No ano de 1970, Dom Salvador já era um pianista e compositor que se destacava no cenário musical com o Rio 65 Trio e era chamado como criador do Samba Jazz.  

Foi nesse ano que ele criou a banda Abolição, para participar do V Festival Internacional da Canção com a música "Abolição 1860-1960".

A banda Abolição conseguiu o 5º lugar na etapa nacional do Festival e logo depois, em 1971, lançou o álbum Som, Sangue e Raça, que foi um marco para a história da música negra no Brasil e que influenciou muitas gerações de músicos.

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